Tratamento de pitiose equina: uma revisão

Authors

  • Ney de Medeiros Pordeus Graduando em Medicina Veterinária pelo Centro Universitário da Amazônia (UNAMA), Santarém, Pará, Brasil.
  • Welligton Conceição da Silva Médico Veterinário, Mestrando em Saúde e Produção Animal pela Universidade Federal da Amazônia (UFRA), Estrada principal da UFRA, curió Utinga, 2150-2476, Belém, Pará, Brasil.
  • Alessandra dos Santos Belos Reis Médica Veterinária, Doutora, Docente do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário da Amazônia (UNAMA), Santarém, PA, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.29327/multi.2019027

Keywords:

anfotericina B, imunoterapia, “kunkers”

Abstract

O tratamento da pitiose depende do sistema imunológico do animal e torna-se complexo, pois o agente apresenta características próprias, dificultando a ação dos medicamentos. Diversos protocolos têm sido implantados, dentre os principais métodos terapêuticos utilizados, destacam-se: cirúrgico, químico (antifúngicos), imunoterápico e o conjunto destes. Objetivou-se realizar uma revisão de literatura, expondo aspectos importantes relacionados ao tratamento da pitiose em equinos. A anfotericina B comunica-se especificamente com esteroides presentes na parede celular de fungos, como o ergosterol, ocasionando porosidade nas membranas lipídicas. O iodeto de potássio pode ser usado de forma eficiente no tratamento de pitiose em equino, pois apresenta regressão da lesão e evolução favorável dos casos clínicos. A utilização da associação de diferentes formas de tratamento pode se tornar uma alternativa viável. Diante do exposto, a remoção cirúrgica realizada isoladamente não apresenta resultados satisfatórios, sendo observadas recidivas em 30% dos casos, devendo-se associá-la com outras formas de tratamento. O tratamento com imunoterápico apresenta eficácia quando realizado no período máximo de 60 dias de evolução da pitiose.

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CITATION

PUBLISHED: 2019-12-28

How to Cite

Pordeus, N. de M., Silva, W. C. da, & Reis, A. dos S. B. (2019). Tratamento de pitiose equina: uma revisão. Multidisciplinary Reviews, 2, e2019027. https://doi.org/10.29327/multi.2019027

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