Fadiga oncológica e exercício físico: uma revisão sistemática

Authors

  • Henrique Stelzer Nogueira Centro Universitário de Jaguariúna (EAD UNIFAJ – UNIEDUK), Jaguariúna, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-6704-4118
  • Jorge Bruno Nascimento Pereira Universidade Federal do Mato Grosso (UNFMT), Cuiabá, MT, Brasil.
  • Aline Karla Ferreira Moreira Barros Universidade Federal do Mato Grosso (UNFMT), Cuiabá, MT, Brasil.
  • Silvia Roberta Schmidt Universidade Federal do Mato Grosso (UNFMT), Cuiabá, MT, Brasil.
  • Henrique Miguel Centro Universitário de Jaguariúna (EAD UNIFAJ – UNIEDUK), Jaguariúna, SP, Brasil.
  • Geovany Rafael Bisol Centro Universitário de Espirito Santo do Pinhal (UNIPINHAL), Espirito Sando do Pinhal, SP, Brasil.
  • José Garcia de Brito-Neto Liga Acadêmica Multidisciplinar de Oncologia da FACENE (LAMOF), Faculdade Nova Esperança (FACENE/RN), Mossoró, RN, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-0705-6790
  • Leonardo Emmanuel de Medeiros Lima Centro Universitário de Espirito Santo do Pinhal (UNIPINHAL), Espirito Sando do Pinhal, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3182-9316

DOI:

https://doi.org/10.29327/multi.2021004

Keywords:

câncer, efeitos colaterais, qualidade de vida, saúde, tratamento

Abstract

O câncer é uma doença complexa, em que problemas metabólicos, imunológicos e genéticos são cruciais para a desregulação hormonal, favorecendo o crescimento de células defeituosas. O tratamento do câncer é acompanhado por efeitos colaterais que geram impactos significativos na saúde, dentre eles, o mais mencionado por pacientes é a fadiga, persistindo após o tratamento. O objetivo deste trabalho foi verificar na literatura como a intervenção de exercícios físicos pode atuar na fadiga de pacientes oncológicos. Para isso, foi realizada busca de artigos originais, em que após critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados nove estudos. Apenas dois estudos não apresentaram redução significativa da fadiga em pacientes oncológicos. A literatura apresenta diversas alterações bioquímicas positivas em pacientes oncológicos submetidos ao exercício físico. Ocorre que estes dois estudos não atingiram as recomendações mínimas semanais para a prática de exercícios físicos, o que pode explicar esses resultados negativos, já que os outros sete estudos tiveram bons resultados, e os protocolos ficaram mais próximos das recomendações. Conclui-se que o treinamento físico é uma boa forma de reduzir a fadiga, e outros efeitos colaterais, em pacientes oncológicos.

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Published

2021-02-09

How to Cite

Nogueira, H. S., Pereira, J. B. N., Barros, A. K. F. M., Schmidt, S. R., Miguel, H., Bisol, G. R., Brito-Neto, J. G. de, & Lima, L. E. de M. (2021). Fadiga oncológica e exercício físico: uma revisão sistemática. Multidisciplinary Reviews, 4, e2021004. https://doi.org/10.29327/multi.2021004

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